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| Ano 11 nº 438 São Paulo, 5 de agosto de 2010 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Desaceleração chega aos custos da construção Em julho, O IGP-M registrou alta de 0,15%, marcando o segundo recuo consecutivo do índice. Dessa vez todos os componentes – IPA, IPC e INCC registraram desaceleração. A queda no preço dos alimentos in natura foi, mais uma vez, o fator determinante da redução da taxa de crescimento do IPA, que passou de 1,09% em junho para 0,20% em julho, e para o resultado do IPC, que registrou nova deflação de 0,17%. Em 12 meses, o IGP-M registra elevação acumulada de 5,79%. Mas, ao contrário do mês anterior, o INCC também apresentou desaceleração expressiva, passando de 1,77% para 0,62%. O resultado refletiu o recuo de todos os grupos que compõem os custos da construção. Os custos da mão-de-obra desaceleraram mais fortemente, passando de 2,59% em junho para 0,77%. Vale notar que a taxa de julho ainda refletiu a elevação de salários registrada no Distrito Federal e em Porto Alegre. Em 12 meses, o INCC mão-de-obra tem elevação acumulada de 7,95%. A taxa de elevação dos serviços também se reduziu, saindo de 0,92% em junho para 0,27% em julho, acumulando alta de 4,70% em 12 meses. Os custos dos materiais seguiram a mesma tendência e recuaram de 1,04% para 0,54%. Em 12 meses, o aumento da cesta de materiais atingiu 3,96%. Deve notar que, entre as capitais que compõem o INCC, apenas Recife e Porto Alegre não apresentaram queda na taxa de variação no mês. No caso de Recife, a cesta de materiais é que registrou maior elevação em relação a junho. O CUB (Custo Unitário Básico) da construção civil apresentou a mesma tendência de queda na taxa e passou de 2,05% em junho para 0,53% em julho. No entanto a redução decorreu apenas da estabilidade observada nos custos com mão-de-obra. Depois de registrar elevações de 3,75% e 3,42%, respectivamente em maio em junho, não houve mudança dos custos em julho. Em 12 meses, a mão-de-obra apresenta crescimento de 7,82%. Por outro lado, a cesta de materiais registrou aumento bastante expressivo, de 1,15%, a maior taxa registrada desde outubro de 2008. Os aumentos da areia, concreto e aço representaram a maior contribuição para alta do mês. Em 12 meses, a cesta de materiais registra alta de 3,36%.
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Construcarta Preços é um informativo do SindusCon-SP Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo |
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