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Meio Ambiente - Construção Sustentável
Abordar o desenvolvimento sustentável sob os aspectos da indústria da construção civil, incentivar o desenvolvimento de projetos e de novas tecnologias que proporcionem a redução da geração de resíduos, do uso racional de recursos naturais tais como a energia e a água, da utilização de materiais ambientalmente corretos e de determinar parâmetros para avaliação ambiental de edifício, são as diretrizes que têm levado o COMASP a desenvolver em parceria com universidades, centros de pesquisa, consultores especializados e fornecedores projetos voltados para a sustentabilidade, entre eles:
Recentemente, o setor produtivo da Construção Civil, assinou junto com o Governo do Estado de São Paulo o Protocolo Ambiental da Construção Civil e Desenvolvimento Urbano, que visa adotar ações destinadas a consolidar o desenvolvimento sustentável do setor.
O SindusCon-SP sendo signatário deste acordo tem como responsabilidade orientar os empreendedores seus associados a cumprir a legislação ambiental vigente no Estado de São Paulo e a introduzir, sempre que viável técnica e economicamente, critérios sócio-ambientais, em seus empreendimentos de forma a minimizar seus impactos ao meio ambiente. Se compromete também a realizar seminários e treinamentos para capacitação de seus associados.
Madeira: Uso sustentável na Construção Civil O Comasp, juntamente com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente / PMSP e a Divisão de Produtos Florestais do IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas, desenvolveu este projeto com o objetivo de: | . | Promover, na construção civil, o uso de madeiras que criem menor impacto ambiental, por meio da elaboração de uma lista de espécies que possam substituir aquelas mais visadas pelo mercado; | | . | Informar ao mercado de construção civil, onde estas madeiras de menor impacto ambiental podem ser encontradas e que cuidados se dece ter na aquisição; | | . | Orientar compradores do setor público e das empresas de construção civil, apresentando espécies que possam ser utilizadas para as finalidades usuais da construção civil em substituição a espécies tradicionais ameaçadas. |
A justificativa para a elaboração do trabalho pé a de que o setor da construção civil é responsável pelo consumo da maior parte da madeira nativa produzida no Brasil. A compra responsável de madeira por parte dos consumidores pode representar uma significativa contribuição à conservação dos recursos florestais.
O uso das chamadas “madeiras alternativas” teria como efeito positivo a ampliação de espécie extraídas de planos de manejo, melhorando sua performance econômica e possibilidade de competição com a madeira extraída ilegalmente.
Como resultado deste trabalho, foi lançado em maio de 2003 o Manual, “Madeiras uso sustentável na Construção Civil”
O SindusCon-SP, juntamente com Governo e Prefeitura do Município de São Paulo, entidades do setor como ASBEA e APEOP, o PFCA entidade que representa os produtores de madeira certificada da Amazônia e organizações não governamentais como CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, WWF-Brasil, Greenpeace e Instituto Ethos e a Fundação Getúlio Vargas formaram uma parceria importante para o desenvolvimento de ações conjuntas que visam o combate ao uso da madeira de origem ilegal e incentivo ao uso da madeira legal e da madeira certificada. Desta parceria resultou o "Programa Madeira é Legal", cujo objetivo é envolver o governo, o setor produtivo da construção civil e dos produtores de madeira e a sociedade nesta ação.
Entendo que o uso sustentável da madeira na construção civil é de vital importância, o COMASP em conjunto com o IPT e Secretaria do Verde e Meio Ambiente do Município de SP o Manual Madeira: Uso Sustentável na Construção Civil e em 2009 lançará a segunda edição revisada. Em parceria com o WWF-BRASIL desenvolve um programa de capacitação para as construtoras permitindo garantir a compra de madeira legal. Esta necessidade de capacitação se faz presente decorrente de legislações e de diretrizes como da Caixa Econômica Federal que exigirá a comprovação da origem legal da madeira nas obras que financiar. Diretriz esta que será adotada por outras instituições financeiras que estão formalizando com o Ministério do Meio Ambiente o Pacto Verde do Setor Financeiro.
Também será um marco importante para o SIndusCon-SP, que é o de trazer como parceiros organizações ambientais não governamentais respeitadas nacional e internacionalmente, parceria esta pouco vista anteriormente no setor da construção.
Áreas Contaminadas Definido como tema primordial, foi elaborado pela câmara Ambiental da Indústria da Construção – CETESB com apoio do SindusCon-SP o Manual Guia para Avaliação do Potencial de Contaminação em Imóveis. (Veja em Publicações). Este Guia tem como objetivo orientar os interessados (empreendedores imobiliários, profissionais e empresas afins) quanto às precauções que devem ser tomadas e aos procedimentos que devem ser adotados, antes da realização de uma transação imobiliária, ou antes do início da implantação de um empreendimento, para verificar se a área a ser ocupada apresenta contaminação que coloque em risco a saúde humana (trabalhadores, usuários e vizinhos do empreendimento, dentre outros) e o meio ambiente.
Conservação e Reúso da Água A questão da conservação e reúso da água, permeia toda a cadeia produtiva do setor da construção, desde a extração da matéria prima e fabricação de produtos, passa pela fase de execução da obra e é fundamental na pós ocupação.
Tratando a questão da Conservação e Reúso da Água desta forma abrangente, percebeu-se a importância da interação da Indústria como um todo neste processo. Iniciou-se então uma aproximação junto ao CIESP e a FIESP para viabilização de um trabalho específico para a indústria da construção civil, o que resultou na assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre a ANA – Agência Nacional de Águas, o CIESP, a FIESP e o SindusCon-SP.
O Termo de Cooperação tem como objetivo a conjugação de esforços para desenvolver ações relacionadas a conservação do uso da água no setor da construção civil, compreendendo: | . | Elaboração de um manual de orientação para a conservação do uso da água nas etapas de projeto, construção e pós ocupação das edificações, incluindo orientações ao usuário final e as relações com os demais setores industriais; | | . | Promoção da capacitação do setor da construção civil, contemplando a realização de seminários, cursos e treinamentos; bem como a elaboração de material didático de apoio, incluído cartilhas, vídeos, etc. | | . | Promoção, desenvolvimento e difusão de projetos e tecnologias direcionadas para a racionalização do uso dos recursos naturais nos processos produtivos; | | . | Identificação e elaboração de normas e estabelecimento de padrões de consumo e de qualidade da água para o segmento da indústria da construção civil; | | . | Identificação de demandas de pesquisa prioritárias para o Fundo Setorial de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FNCT/CT-HIDRO; | | . | Desenvolvimento de estudos e metodologia de contribuição da água nos processos produtivos e respectivos custos da água; | | . | Intensificação das ações junto ao Poder Público para a inclusão das questões da construção civil nos fóruns de elaboração de políticas públicas; | | . | Disponibilização de informações nos sites das instituições. |
Educação Ambiental Em fase de viabilização a proposta para a definição e implantação de metodologia para a Conscientização e a Sensibilização Ambiental no setor da Construção Civil. O projeto deverá abranger a direção, gerências e engenheiros das empresas visando despertar uma consciência crítica das necessidades e oportunidades relacionadas às questões ambientais. Outro foco do projeto de Educação Ambiental é o de atingir os canteiros de obras criando um ambiente favorável para a implantação das ações pela sensibilização dos envolvidos (funcionários, fornecedores, engenheiros, mestres, etc).
O projeto prevê a criação de “Kits Educativos” e a capacitação de multiplicadores para a implantação do programa.
A Educação Ambiental é de fundamental importância para o sucesso de todas as ações que estão sendo desenvolvidas, nos diversos âmbitos, relacionadas ao Meio Ambiente |
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