Habitação

MCMV: meta de contratação é de 650 mil moradias

Desse total, 130 mil deverão ser destinadas à faixa 1 do programa, dizem ministros

Por Rafael Marko 09/02/2018 16:41:15

O governo federal anunciou que pretende contratar em 2018 mais 650 mil unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, sendo 130 mil para a faixa 1 (renda familiar máxima de R$ 1.800); 70 mil para a faixa 1,5 (renda até R$ 2.350); 400 mil para a faixa 2 (de R$ 1.800 a R$ 3.600); e 50 mil para a faixa 3 (R$ 3.600 a R$ 6.500).

Ministro Alexandre BaldyO anúncio foi feito em 8 de fevereiro pelos ministros das Cidades, Alexandre Baldy, e da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco. Segundo eles, as contratações demandarão investimentos de R$ 72,7 bilhões, sendo R$ 63 bilhões do FGTS e R$ 9,7 bilhões do Orçamento da União. De acordo com Baldy, não há previsão de contingenciamento de parte desses recursos.

A meta de contratações está acima daquela do ano passado, quando o governo havia fixado o objetivo de contratar 610 mil unidades habitacionais, sendo 170 mil destinadas à faixa 1; 50 mil para a faixa 1,5; e 400 mil para as faixas 2 e 3.

No entanto, segundo o Ministério das Cidades, o total das contratações em 2017 acabou ficando em 493.959 moradias, sendo apenas 22.222 destinadas à faixa 1. Parte da verba foi destinada à retomada de obras paradas. O ministro das Cidades informou que o órgão está atuando para resolver o problema das mais de 31 mil obras do programa que ainda permanecem paralisadas.

De acordo com Baldy, a intenção é agilizar as contratações. “O objetivo é alterar procedimentos nas seleções, especialmente na faixa 1. Nesse procedimento, queremos colocar em prática seleções de projetos que visem acelerar a contratação, como o estabelecimento de prazos para apresentação de projeto e início das metas”, disse.

Segundo o ministro, serão criados 1,4 milhão de empregos com as obras. Já Moreira Franco reforçou o empenho do programa ‘Agora, é Avançar’ na retomada de obras paradas e na construção de moradias, para garantir habitação à população e gerar mais empregos na construção civil.

Baldy informou que duas outras iniciativas de apoio à moradia popular serão retomadas: o programa de habitação rural, com previsão de 50 mil contratações, e o de projetos por meio de entidades, usando recursos do Fundo de Desenvolvimento Social.









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