Novas regras para a construção civil em Campinas ganha apoio da Regional do SindusCon-SP

Por Regional Campinas 14/08/2015 17:19:55

Uma série de medidas adotadas pela Secretaria de Urbanismo de Campinas que visam desafogar a pasta com processos de embargo de obras, interdição de edificações e aprovação de projetos de pequenas construções em pouco tempo, entraram em vigor na cidade no mês de julho. As discussões para os projetos contaram com a participação e sugestões da Regional do SindusCon-SP em Campinas.

A primeira medida, que entrou em vigor no início do mês de julho é a lei complementar que dispõe sobre a Aprovação Responsável Imediata (ARI), para projetos de construção de edificações unifamiliares e de comércio de pequeno porte autoriza a Secretaria de Urbanismo a fazer as aprovações rápidas de projetos com até 500 metros quadrados para residências e construções comerciais. Todo o trâmite poderá ser feito em três dias úteis.

Outras medidas, que também entraram em vigor no mês de julho foram adotadas para liberar os casos parados e o tempo necessário para analisar e avaliar os processos de embargo de obras e interdição de edificações. As medidas visam agilizar a vistoria das obras e que estão paradas na cidade. Com esta mudança, os empreendedores podem apresentar os documentos para evitar o embargo e a interdição aos fiscais da pasta, durante ou após a vistoria. Desta forma, se a obra estiver embargada por falta de documentação, como o alvará de execução, os trabalhos poderão ser retomados após a fiscalização.

Da mesma forma, se o imóvel estiver interditado por motivo de segurança, o proprietário deve anexar o Laudo de Estabilidade e Segurança com a Anotação de Responsabilidade Técnica, emitida pelo técnico responsável. Com isso, a interdição é suspensa após a fiscalização.

As medidas não excluem os documentos para provar a regularidade do empreendimento, mas agiliza o processo e não penaliza o proprietário pela falta de documentos.

Para o diretor da Regional Campinas do SindusCon-SP, Márcio Benvenutti, as medidas estão de acordo com as propostas feitas pela entidade à Prefeitura. “São soluções pontuais, de resposta rápida e muito positivas. A Administração Municipal está percebendo as necessidades do setor e buscando formas de agilizar os processos da construção civil, que passa por um momento difícil, assim como toda a economia”, destaca.

Segundo Benvenutti, todos os projetos para alteração da legislação do setor estão sendo discutidos com as entidades representativas, assim como o Plano Diretor de 2016.

“As mudanças não são rápidas, mas as entidades estão sendo ouvidas. Os projetos também são destinados a atender o mercado de uma maneira global e, este é um grande diferencial. Desta forma, ouvindo as entidades para solucionar os problemas da construção civil, resolve também os problemas pontuais das empresas”, observa

(Vilma Gasques)









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